Portadores de necessidade especiais não conseguem vaga em escolas
Alunos que precisam de uma educação especial não estão conseguindo vaga nas escolas. A lei existe, mas na prática tudo é diferente.
Numa época em que a maioria dos pais está comprando material escolar, uma mãe ainda não conseguiu matricular o filho de cinco anos. Ele tem a síndrome de Martin e Bell, mais conhecida como síndrome X-frágil, uma doença genética. A causa herdada mais comum do atraso mental e do autismo.
Por esse motivo, nas escolas, a resposta tem sido sempre igual: não há vagas. “Isso é um problema que precisa ser resolvido, pois cada um tem suas deficiências, ninguém é perfeito. Quero apenas que meu filho seja aceito, mas as escolas não deixam que exista essa integração”, disse a mãe.
(http://pe360graus.globo.com/globalaspx/printMaster. aspx?mId=506373&tId=NWS. Adaptado)
Na sala dos professores de uma escola da rede municipal de Alumínio, os professores comentavam sobre a notícia apresentada. A partir da contextualização, responda a questão.
A mesma professora afirma que nossa Constituição Federal de 1988, em seu artigo 208, estabelece que o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de
Aatendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino.
Batendimento aos portadores de necessidades especiais em escolas específicas dotadas de infraestrutura adequada.
Cassegurar a todas as crianças o ensino fundamental gratuito em todas as escolas.
Dassegurar a progressão automática aos alunos matriculados nas escolas que adotam o avanço regular por série.
Eassegurar aos alunos matriculados no ensino fundamental pelo menos três horas de trabalho efetivo em sala de aula.
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