Em junho de 1997, Jonas firmou contrato de comodato
com certo partido político, tendo como objeto um bem imóvel de
sua propriedade, para que a entidade pudesse instalar sua sede
pelo prazo de 10 anos. Em outubro de 2006, Jonas foi
surpreendido com mandado de execução fiscal, visando à
cobrança do IPTU, quanto ao imóvel objeto do contrato de
comodato, pois o partido político não havia efetuado o
pagamento do referido tributo desde o início de suas atividades.
Com base na situação hipotética apresentada, julgue os itens que
se seguem, acerca das normas que regem a execução fiscal. O partido político, comodatário, não é contribuinte do IPTU incidente sobre o imóvel que ocupa.
CCerto
EErrado
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