Texto 01
Projeto Galileo vai procurar objetos
extraterrestres no Sistema Solar.
(Este texto foi modificado especificamente para este concurso. O
texto original está disponível em
https://super.abril.com.br/ciencia/projeto-galileo-vai-procurar-objetos-extraterrestres-no-sistema-solar/ )
Em 2017, um objeto rochoso desconhecido invadiu
nosso Sistema Solar. O pedregulho foi identificado pelo
telescópio Pan-STARRS1, no Havaí, e nomeado como
Oumuamua, que significa “mensageiro” em havaiano. Na
época, (I) (criou se – criou-se) um grande impasse
na comunidade científica, já que ninguém sabia definir o
que era aquilo. Enquanto alguns defendiam que o objeto
era um asteroide ou um cometa, outros diziam que poderia
ser uma nave alienígena.
Em março de 2021, foi divulgado um estudo feito pela
União Geofísica Americana que classificava o Oumuamua
como um fragmento de exoplaneta. Mesmo assim, há
quem acredite que extraterrestres podem estar por aí. No
início desta semana, a Universidade de Harvard, nos
Estados Unidos, anunciou o lançamento do Projeto Galileo,
que buscará evidências de vida alienígena no espaço.
O projeto é liderado por Avi Loeb, astrofísico e autor do
livro ‘Extraterrestre: o primeiro sinal de vida inteligente fora
da Terra’. Na obra, Loeb analisa (II) (as – às)
possibilidades do Oumuamua ser uma construção
alienígena, já que não liberou gases nem deixou rastros de
poeira estelar ou detritos durante sua passagem.
Após a publicação do livro, em maio deste ano, alguns
investidores procuraram Loeb para financiar um projeto de
busca por extraterrestres. O pesquisador conseguiu, no
total, US$ 1,75 milhão – valor suficiente para montar uma
equipe e começar o planejamento do projeto, que pretende
analisar informações coletadas pelos telescópios já
existentes ao redor do mundo, e encontrar objetos físicos
interestelares, sejam eles de origem natural ou não. Loeb
pretende levantar fundos para construir uma rede de
telescópios de baixo custo – que, segundo ele, custariam
apenas US$ 500 mil cada.
Além do Oumuamua, o projeto também consiste em um
relatório do governo americano (III) (a cerca –
acerca) de fenômenos aéreos não identificados (UAP, na
sigla em inglês) divulgado no último mês. O documento,
que analisa uma série de casos envolvendo UAPs, conclui
que a maioria deles eram objetos físicos. Apesar disso, não
há dados suficientes para dizer se os objetos eram balões
meteorológicos, drones utilizados em programas secretos
dos EUA ou qualquer outra coisa.
De toda forma, o trabalho de Loeb não focará nesses
UAPs já documentados, mas olhará para a frente. O
objetivo do grupo é capturar imagens em (IV) (auta
– alta) resolução de objetos não identificados e estudá-las
o mais cedo possível. O Oumuamua, por exemplo, só ficou
visível para os telescópios por dois meses e meio.
Em referência à acentuação gráfica, assinale a
alternativa que apresenta as palavras do texto
que sejam polissílabas e proparoxítonas .
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