Leia os textos a seguir.
I . De acordo com as pesquisas mais detalhadas sobre o tema, o sistema defendido pelo MST e geralmente adotado pelo governo − desapropriação e distribuição da terra em pequenos assentamentos − tem pouca chance de sucesso, já que caminha na contramão da História. Sem competitividade no mercado nem estrutura para engrenar a produção, os pequenos produtores que ganham terras acabam fracassando − e retornando à fila da exclusão no país.
(http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/reforma_agraria/contexto_2.html)
II . Com essa tremenda força política, tenta-se impedir que a realidade do campo brasileiro apareça como de fato é: com uma das estruturas fundiárias mais concentradas do mundo e em intensificação; com o aumento de famílias acampadas nas beiras das estradas e dentro dos latifúndios, com o empobrecimento dos camponeses; com o aumento da expropriação e exclusão. O que a mídia nacional procura mostrar é o aumento do conflito, mas não apresenta suas causas.
(http://www4.fct.unesp.br/nera/publicacoes/bernardoengamesaredonda.pdf)
Está correto afirmar que o texto I
Adefende o apoio do governo aos pequenos produtores familiares, enquanto o II demonstra que a reforma agrária não é mais uma necessidade histórica no Brasil.
Bentende que a reforma agrária é uma proposta ultrapassada, enquanto o texto II destaca que os motivos para a reforma agrária ainda estão presentes no campo brasileiro.
Centende que o problema do campo é a existência de muitas pequenas propriedades, com sistemas de produção atrasados, o que é negado pelo conteúdo do texto II.
Ddefende, assim como o texto II, a ideia de que somente uma reforma agrária revolucionária seria capaz de transformar a realidade do campo brasileiro, dominado por latifúndios improdutivos.
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