“(...) o maior fluxo de imigrantes que vieram para o ES
ocorreu entre meados e final do séc.XIX, portanto no período
do Império Brasileiro. Mas a imigração, tanto dirigida por
acordos governamentais quanto a espontânea, continuaria
até o fim da República Velha, decaindo no início da era Vargas
e tendo um novo impulso com início da 2ª Guerra Mundial, já
no Estado Novo getulista.” (Moreira,Thais Helena, e Perrone, Adriano.
História e Geografia do Espírito Santo. ES: 2008. p.58) Comparando o processo migratório do Espírito Santo com o
de São Paulo em meados do século XIX, podemos concluir
que:
Aa mão de obra indígena atendeu a demanda no Espírito
Santo, fruto dos aldeamentos jesuítas.
Bem ambos os casos o trabalhador europeu não foi
utilizado para substituir o escravo nas plantações de café.
Co tráfico interno de escravos atendeu a demanda de mão
de obra, não necessitando o Espírito Santo do elemento
imigrante europeu.
Dem São Paulo devido a grande oferta de mão de obra
escrava, o imigrante não atuou no setor cafeeiro, foi
incorporado a crescente indústria paulista como
assalariado.
Eno Espírito Santo, o europeu foi atraído para projetos de
colonização de uma imensa área de terras devolutas
onde deveriam ser constituídos os núcleos coloniais,
tornando-se ele, na maioria das vezes, um pequeno
proprietário.
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