Para o príncipe não é coisa somenos a escolha de seus
ministros, que são bons ou não, conforme a prudência daquele. E
o primeiro juízo que se faz da mente de um príncipe é observar os
homens que ele tem a seu lado. Quando eles são capazes e fiéis,
podemos considerá-lo sábio, porque soube reconhecê-los
suficientemente e mantê-los fiéis; quando, porém, não forem
assim, pode-se fazer mau juízo dele, pois o primeiro erro que
comete é o desta escolha.
Nicolau Maquiavel. O príncipe: com as notas de Napoleão Bonaparte.
Tradução de J. Cretella Jr. e Agnes Cretella. 2.ª ed. rev.
São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 1997, p. 144 (com adaptações).
Considerando os sentidos e aspectos sintáticos do texto precedente, julgue o seguinte item.
A substituição do trecho “não forem assim” (último período)
por não o forem manteria a correção gramatical e a
coerência do texto.
CCerto
EErrado
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