HistóriaTeoria em HistóriaHistoriografia e Teoria da HistóriaVunesp2011Pref. Alumínio-SPMédia
Observe a pintura e leia os textos.
(Candido Portinari, O lavrador de café, 1934)
I . A noção mais tradicional, acentuada pelos historiadores positivistas, atraídos pelo lado empírico e abstrato dos testemunhos, vê no documento a expressão irredutível do “fato” como o espelho da realidade e a prova irrefutável de uma investigação equivalente a um dossiê de processo-crime; daí provêm uma atitude de respeito quase místico da peça documental e a redução do historiador a mero copista (...).
(Adalberto Marson. Reflexões sobre o procedimento histórico. In: Marcos A. da Silva (org.). Repensando a História)
II . Ao longo do século XX, o documento adquire outra amplitude no trabalho do historiador. São utilizadas outras fontes de pesquisa histórica relacionadas à preocupação de se estudar outras dimensões da vida social. (...). Os vestígios do passado, quando transformados em documentos históricos, passaram a englobar outras funções, além das suas funções primárias originais, ou seja, ganharam também o papel de fornecer para o estudioso indícios de realidades históricas, modos de vida, mentalidades.
(PCNs História – terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental)
Tendo em vista as conceituações descritas em I e II , está correto afirmar que a pintura pode ser considerada como documento histórico para
Aa concepção abordada em I , apenas.
Ba concepção abordada em II , apenas.
Cas concepções abordadas em I e II .
DI e II ; no entanto, em I , restringe-se o uso apenas para historiadores profissionais.
EI e II ; porém, em II , deve ser utilizada como mera ilustração de uma aula de História.
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