Em 9 de janeiro de 2003, foi aprovada a Lei 10.639,
que torna obrigatório o ensino de história e cultura afrobrasileira
nos níveis fundamental e médio. De acordo
com a Lei, os currículos devem incluir "o estudo da
história da África e dos africanos, a luta dos negros no
Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação
da sociedade nacional, resgatando a contribuição do
povo negro nas áreas social, econômica e política (…)"
Mônica Lima questiona:
“Por que uma lei para fazer valer conteúdo tão
fundamental na história, especialmente na
história nacional? O fato é que nossos antigos
historiadores trataram indevidamente, ou
ignoraram, a participação africana em nossa
formação, influenciados por preconceitos
originários da sociedade escravista, entre os quais os ideais de branqueamento da
população brasileira nutridos, desde meados
do século XIX, por boa parte das elites
nacionais”.
LIMA, Mônica. A África na sala de aula , 8 de julho de 2015,
Blog Prof. Márcio Ramos. Disponível em:<htpp://profmarcionamos.blogspot.com.br/2015/07/a-africa-na-sala- de-aula.html> . Acesso em: 25 out. 2015.
De acordo com a análise desenvolvida por Lima, é
CORRETO afirmar que o ensino de história no Brasil,
de forma geral,
Aprimou-se por valorizar os diversos grupos étnicos
e culturais do país.
Bexcluiu a perspectiva de formação de uma
consciência acerca da existência de identidades
étnicas diversas e dos direitos comuns a todos.
Cvalorizou o papel de vários atores
independentemente da condição econômica e
social.
Dpela formação multirracial do país, sempre se
pautou em contar a história nacional a partir da
perspectiva dos excluídos.
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