Filho de Jango conta em livro o gosto amargo do exílio
“João Vicente fala do desentendimento do pai com Vinicius de Moraes à ausência sentida de Pelé, em encontro com jogadores. João Vicente compra algumas brigas no texto, como a acusação da esquerda que seu pai deveria ter resistido ao golpe de 64 e enfrentado os militares. É um assunto que vai e volta no livro. ‘Não houve resistência porque Jango preferiu evitar derramamento de sangue entre seus conterrâneos. Esse é um de seus grandes méritos, pois, se tivesse resistido, haveria uma luta prolongada e muito provavelmente o país seria dividido em Norte e Sul’, escreve João Vicente, que cita nomes em outro trecho.”
(Disponível em: http://oglobo.
globo.com/brasil/filho-de-jango-conta-em-livro-gosto-amargo-do-exilio-20504237.)
O último governante populista antes do golpe militar de 1964, João Belchior Marques Goulart, ou simplesmente Jango, teve seu governo marcado, entre outros fatos, pela:
AInstauração do sistema Parlamentarista, no qual o poder do Presidente fica limitado.
BCondecoração de um dos líderes da Revolução Socialista Cubana, Ernesto “Che” Guevara, com a medalha Cruzeiro do Sul.
CRevolta de Jacareacanga, uma rebelião de pequena monta, mas que seu governo encontrou dificuldades para reprimir.
DElaboração de uma nova Constituição em vigor até o Golpe de 1964 e que estabelecia o mandato de cinco anos para cargos executivos.
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