PortuguêsCraseCasos obrigatóriosAMEOSC2025Pref. Barra Bonita-SCMédia
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Servidor certo no lugar certo: Perfil Profissiográfico
é destaque na estratégia do MGI para valorizar
competências
Imagina começar em um novo trabalho e já ser
direcionado para uma área que tem tudo a ver com o seu
perfil, suas experiências e seus interesses. Parece ideal,
certo? Pois essa é justamente a proposta do Perfil
Profissiográfico, uma nova ferramenta desenvolvida pelo
Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços
Públicos (MGI), por meio da Secretaria de Gestão de
Pessoas (SGP), que busca proporcionar alocações mais
eficientes e humanas no serviço público.
A iniciativa começou com o Concurso Público Nacional
Unificado (CPNU), que vai levar milhares de novos
servidores para órgãos públicos federais. Com tanta
gente entrando ao mesmo tempo — em alguns casos,
centenas de pessoas por órgão — surgiu a necessidade
de um jeito mais inteligente e justo de fazer as
alocações.
"Nosso objetivo era encontrar uma forma de aproveitar
melhor o potencial que cada servidor traz, de modo
alinhado às necessidades dos órgãos públicos", explica
Janice Oliveira Godinho, Coordenadora de Gestão de
Informações e Conhecimento em Concursos e
Provimentos da SGP/MGI.
O que é, afinal, o Perfil Profissiográfico?
É uma ferramenta digital que cruza os dados do currículo
e as respostas a um questionário feito pelo servidor
recém-aprovado, com os perfis de vagas informados
previamente pelos órgãos. O resultado é um Relatório
Individual de Subsídio à Alocação, o chamado RISA, que
sugere onde aquele servidor pode ser melhor
aproveitado.
Esse relatório mostra quais áreas têm mais a ver com o
que o servidor sabe fazer, com suas formações e até
com o que ele tem vontade de aprender. Ele também
orienta os gestores sobre onde aquele servidor poderia
atuar com mais eficácia e até indica quando um
treinamento pode ser necessário. "Quando a pessoa
atua em uma área com a qual se identifica, seu
desempenho tende a ser melhor. Além disso, aumentam
as chances de permanência e satisfação no cargo",
ressalta Janice.
O desenvolvimento do Perfil Profissiográfico contou com
o apoio técnico e científico da Universidade de Brasília
(UnB). Pesquisadores da área de Psicologia Social e do
Trabalho participaram voluntariamente da construção da
metodologia e da validação dos relatórios gerados. "Essa
parceria com a UnB foi essencial para dar rigor
acadêmico ao processo, garantindo que a ferramenta
tivesse base sólida e pudesse, de fato, refletir o potencial
de cada servidor de forma justa e criteriosa", explica
Janice.
Como funciona na prática?
O servidor ou servidora responde a um questionário
profissiográfico no momento da posse, via SOUGOV. As
informações são analisadas por um sistema com base
em critérios pré-definidos e com uso de inteligência
artificial. Esse sistema cruza os dados com os perfis de
cargos previamente coletados junto aos 21 órgãos que
vão receber os servidores do CPNU.
O relatório final é entregue ao setor de gestão de
pessoas do órgão. Lá, o gestor pode visualizar os dados
e tomar decisões com mais embasamento e agilidade.
Tudo é feito por meio da plataforma Sigepe
Oportunidades, de forma segura e digital.
Janice destaca que o sistema é um apoio à decisão, e
não um limitador: "Ele não obriga a alocação do servidor
em determinada área. Mas oferece ao gestor uma
bússola, um mapa com informações que antes eram
difíceis de reunir. É uma forma mais inteligente e
respeitosa de começar essa jornada", ressalta.
Embora tenha nascido como uma solução para o
Concurso Nacional Unificado, o Perfil Profissiográfico
poderá ser adotado por qualquer órgão público que
deseje melhorar seus processos de alocação e gestão
de pessoas. A ferramenta já despertou interesse em
outras instituições e está pronta para ser usada em
seleções futuras, inclusive no CPNU 2
"É a primeira vez que o governo federal desenvolve um
instrumento tão completo e baseado em dados para
apoiar a alocação de novos servidores. Isso tem tudo
para se consolidar como uma prática estratégica de
gestão de pessoas", afirma Janice.
Nova cultura
Mais do que tecnologia, o Perfil Profissiográfico
representa uma mudança de olhar. Deixa de lado a
lógica de "preencher buracos" e passa a reconhecer o
potencial humano em sua totalidade. "Quem não passou
por isso ou conhece alguém que entrou num órgão e
teve a sensação de estar sendo alocado aleatoriamente,
num lugar em que ninguém queria estar? É frustrante.
Com o perfil Profissiográfico, a ideia é minimizar essas
situações", compartilha Janice
https://www.gov.br/gestao/pt-br/assuntos/noticias/2025/abril/servidor-ce
rto-no-lugar-certo-perfil-profissiografico-e-destaque-na-estrategia-do-m
gi-para-valorizar-competencias
"Nosso objetivo era encontrar uma forma de aproveitar
melhor o potencial que cada servidor traz, de modo
alinhado às necessidades dos órgãos públicos."
A crase empregada no enunciado acima é obrigatória,
pois o adjetivo 'alinhado' exige preposição. A seguir,
analise o emprego da crase nos enunciados:
I.Quando questiono problemas sobre escola, refiro-me à
Luísa.
II.Era bonito o entardecer à beira do lago.
III.Vou àquele lugar hoje.
IV.Estávamos observando tudo à distância de cinco
metros.
O emprego do sinal indicativo de crase é obrigatório em:
AII e III, apenas.
BI, III e IV, apenas
CII, III e IV, apenas.
DI, II e IV.
Qual é o gabarito? Responda esta questão no acervo aberto do Concursix e veja na hora se acertou, com o comentário da resposta. São 5 respostas por dia sem conta e 30 por dia com a conta gratuita.