Questão de Sintaxe — SELECON · 2025

PortuguêsSintaxeTermos da oraçãoSELECON2025Pref. Marcelândia-MTMédia
Leia o texto a seguir: Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear avanço do Alzheimer Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso            O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.         Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.       Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.      O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.       Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.       Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.      A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa) , com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.     Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.     A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo.  Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827- fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer. html. Acesso em 08/10/2025 O autor afirma que “O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer” (1º parágrafo). O emprego dessa metáfora tem a função de:
  1. Adestacar o pioneirismo mundial do Brasil no combate ao Alzheimer
  2. Bsugerir que a inovação científica nacional se iguala à de países desenvolvidos
  3. Cenfatizar a necessidade de investimento estrangeiro para consolidar os projetos científicos nacionais
  4. Dindicar que a pesquisa brasileira é promissora, visto que tem potencial para contribuir com o avanço científico internacional

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