Partindo do consenso de que o nível escalar é sempre pensado em termos de lógica zonal de organização do espaço, enfatizam-se recortes em termos de superfícies ou áreas, que podem gerar diversas maneiras de regionalizar o espaço. Superando as visões tradicionais, Rogério Haesbaert (2010) propõe que, no atual estágio do processo de globalização e de mundialização da economia capitalista, o estudo regional deve ser vinculado:
Aàs múltiplas escalas de poder num mundo global/fragmentado, frente à densificação de suas redes e dos circuitos.
Ba qualquer nível escalar abaixo do nível global, especialmente na abordagem mais geral da região como recorte analítico ou parcela do todo.
Ca um nível escalar intermediário entre o nacional e o global, como na leitura dos “novos regionalismos” dos blocos econômicos.
Da um nível escalar intermediário entre o local e o nacional, como as Macrorregiões do IBGE ou os Complexos Regionais brasileiros.
Eao nível local, como na região a partir dos “novos localismos”.
Qual é o gabarito? Responda esta questão no acervo aberto do Concursix e veja na hora se acertou, com o comentário da resposta. São 5 respostas por dia sem conta e 30 por dia com a conta gratuita.