Na prosa crítica sobre A Educação pela Pedra,
advérbios antepostos sem pausa (“sempre”, “ainda”,
“já”) operam atração para próclise, preferência da
variante brasileira no registro formal. Com o futuro do
presente, a mesóclise é possível; porém, diante de
conectores atrativos (p.ex., “que”), a próclise se
fortalece. Em locuções, a colocação varia conforme
foco informacional e estilo, admitindo próclise ao
principal.
À luz do texto, assinale a regra que melhor representa
a distribuição preferencial.
ALocuções verbais exigem ênclise ao auxiliar,
vedando próclise junto ao principal flexionado.
BDiante de oração subordinada, mesóclise
generaliza-se, afastando próclise em registros
formais específicos.
CCom futuro do presente simples, admite-se
ênclise obrigatória sem variação estilística
relevante.
DApós advérbio inicial sem pausa, pronome
átono coloca-se proclítico preferencialmente no
português.
EApós conjunção integrante, ênclise torna-se
preferencial, evitando atração exercida pelo
que atrativo.
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