Para Celso Furtado, “Cada um dos problemas referidos – técnica de produção, criação de mercado, financiamento, mão-de-obra – pôde ser resolvido no tempo oportuno, independentemente da existência de um plano geral preestabelecido. O que importa ter em conta é que houve um conjunto de circunstâncias favoráveis sem o qual a empresa não teria conhecido o enorme êxito que alcançou.”
(FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil.)
Em relação à economia açucareira no período colonial, assinale a alternativa CORRETA .
ASem possuir uma experiência concreta no cultivo e produção do açúcar, Portugal, inicialmente, teve dificuldades em implementar o empreendimento açucareiro no território da Capitania de Pernambuco.
BA mentalidade da colonização portuguesa fez com que os recursos obtidos no comércio do açúcar fossem transferidos para a metrópole, não permitindo o desenvolvimento da Capitania de Pernambuco nem altos investimentos na produção açucareira.
CMuito importante para a comercialização do açúcar durante o “Período holandês”, os cristãos novos de origem judaica praticamente não tiveram acesso ao tráfico do açúcar no período colonial em Pernambuco, pois a Santa Inquisição proibia a participação destes.
DOs escravos africanos, ao contrário dos indígenas da América Portuguesa, não estavam habituados a manejar lavouras destinadas à produção capitalista, o que dificultou, mas não impossibilitou, a introdução daqueles no empreendimento do açúcar.
EDuarte Coelho assumiu um papel agressivo no lançamento do empreendimento açucareiro na Capitania de Pernambuco, trazendo para esta artesãos e especialistas das ilhas do Atlântico.
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