HistóriaBrasil ColôniaEscravidãoFGV2023Pref. São Paulo-SPMédia
Observe a imagem a seguir:
Negros de carro. Gravura de Jean Baptiste Debret (1834).
A gravura de Debret foi utilizada como atividade disparadora para
sequência didática sobre escravidão urbana e racismo estrutural,
na concepção de Silvio de Almeida.
A respeito dessa atividade, é possível afirmar que a gravura
Apermite ampliar o entendimento sobre a escravidão no Brasil
colonial, pois apresenta formas de escravidão urbana não
pautadas no abuso e na violência.
Bauxilia na comparação com outros tipos de escravismo
contemporâneos, nas plantations das Antilhas francesas, do
sul dos Estados Unidos e holandesas em Java.
Cpotencializa o debate sobre as marcas deixadas pela
escravidão e pelo colonialismo, já que o racismo
contemporâneo é um resquício do regime escravocrata.
Dexplicita a diferença entre o escravismo brasileiro e norte-americano, o primeiro gerando um racismo de conotação
étnica, enquanto o segundo uma desigualdade de classe.
Eajuda a refletir sobre o racismo como uma manifestação das
estruturas do capitalismo, sendo a desigualdade racial um
elemento constitutivo das relações mercantis e de classe.
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