O autor expõe um paradoxo sobre a realidade atual, ao
mencionar as redes sociais e a indústria farmacêutica. Esse
paradoxo consiste no fato de que:
Ao aumento do consumo de ansiolíticos e antidepressivos
permite que as pessoas sejam realmente felizes, sociáveis
e produtivas.
Ba " urgência de estar feliz " (l. 23), mencionada pelo autor,
resultou em uma sociedade mais resiliente e preparada
para lidar com perdas.
Ca felicidade compartilhada nas redes sociais provoca,
indiretamente, a cura de doenças mentais, como o pânico
e a depressão, na modernidade.
Dquanto mais as pessoas exibem vidas bem-sucedidas e
felizes digitalmente, maiores são os índices de depressão,
ansiedade e consumo de medicamentos.
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