HistóriaBrasil RepúblicaEra VargasVunesp2010Pref. São Bernardo do Campo-SPMédia
Roosevelt morreu. A guerra acabou. Passaram-se dias, meses. Vargas foi deposto. E o Brasil ficou sem a cadeira prometida no Conselho de Segurança [da ONU]. O posto foi ocupado, graças às injunções americanas, pela França.
Além da Europa, a atenção dos americanos deslocava-se rapidamente do subcontinente americano para a Ásia. A Guerra Fria fazia da China, da Coreia e mesmo da Índia áreas cruciais para a política externa dos Estados Unidos. Lá o comunismo e o nacionalismo eram mais perigosos do que aqui. Não havia uma “ameaça comunista” tão iminente na América Latina.
(Antonio Pedro Tota, O imperialismo sedutor: a americanização do Brasil na época da Segunda Guerra.)
Considerando o fragmento e o contexto a que se refere, é correto afirmar que
Ao temor dos Estados Unidos de uma aproximação mais estreita entre o Brasil e a Alemanha no contexto da Segunda Guerra fez com que um esforço especial da diplomacia norte-americana cuidasse das relações com o Brasil, ao mesmo tempo em que esses cuidados fossem em parte abandonados quando o conflito mundial cessou.
Bcom a eclosão da II Guerra Mundial e o rápido expansionismo alemão pelo continente europeu, os Estados Unidos e o Brasil, ainda em 1939, declaram guerra à Alemanha e houve o início de uma longa colaboração entre norte-americanos e brasileiros, situação que permaneceu até a organização da ONU e dos tratados de paz.
Ca forte aproximação do governo do presidente Vargas com as forças nazifascistas desde o início dos anos 1930 resultou da assinatura de inúmeros tratados de transferência tecnológica e de investimentos diretos de capitais industriais para o Brasil, mas no último ano da Segunda Guerra, em 1945, o Brasil entra no conflito após sofrer violenta pressão dos norte-americanos.
Da presença de ministros civis e militares anglófilos no governo ditatorial de Getúlio Vargas fez do Brasil a primeira nação americana a se envolver na Segunda Guerra e ao lado dos Aliados, o que determinou um reposicionamento dos estadunidenses, que haviam optado pela neutralidade no que consideravam uma guerra europeia.
Edurante o Entre Guerras (1918-1939), a política externa brasileira esteve sempre atrelada aos interesses norte-americanos, com a Segunda Guerra, porém, a opção do Estado Novo foi aproximar-se das nações que defendiam um caminho alternativo entre as forças democráticas e as forças nazifascistas, como era o caso da Índia e do Egito.
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